Como educadores, lancemos boas sementes...

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terça-feira, 31 de dezembro de 2013

Ano Novo: hora de deixar ir.

O Ano Novo está aí e é hora de fazer um balanço. Ver o que foi bom, aprender com os erros, avaliar os fracassos e agradecer a Deus as vitórias. Aquilo que não presta, deixar ir. As vezes, até mesmo, desistir. 

Quem não desiste? De fazer algo, de chegar em algum lugar, de levar adiante uma ideia que parece não ter futuro? 

Dietas, promessas, decisões para as quais faltou tempo, paciência, planejamento. Desistimos quando entendemos que alguma coisa é inatingível, arriscada ou simplesmente não vale a pena.

Tem muita coisa que guardamos por medo de largar, de permitir que saia de perto de nós. É uma tristeza, um arrependimento, uma saudade por alguém que não quer ou não pode voltar. As lembranças doídas, os projetos falidos, as relações desgastadas, as decepções com as pessoas...Deixe ir!

Ano Novo é  hora de rever, fazer faxina, na mente no coração. Sacudir o pó dos pés, levantar os tapetes e tirar de lá essas agruras que viraram pó e só fazem emporcalhar o panorama. Deixe ir!

E os objetos que você segura? Aquele vestido antigo, que já está amarelado, aquele cinto que já nem fecha, a calça jeans que não serve há 7 anos? Os livros que não vai ler nunca mais, os sapatos que não cabem mais no armário, os relógios da adolescência e as armações de óculos que estão esperando sabe-se lá o que para irem embora? Deixe ir!

Desapego é um pequeno parto que fazemos, tirando de nossas entranhas ou proximidades coisas que parecem vitais e… não são.

Ano Novo é hora de pensar na consciência, ou falta dela. Mudar atitudes, investir em pequenos movimentos que podemos fazer para mudar o mundo, ou simplesmente para mudar nossa vida.
Tire um momento para agradecer a Deus por tudo o que Ele planejou para sua vida: seja aquilo que vem na embalagem que você gosta ou não.

Em 2014, tenha grandes sonhos...e realize todos eles!

segunda-feira, 23 de dezembro de 2013

Natal, afetos e relacionamentos

Natal, afetos e relacionamentos
Por Priscila pereira Boy- Pedagoga, Mestre em Educação
www.priscilaboy.blogspot.com  priscilaboy@terra.com.br

O Natal está chegando. Comidas, presentes, enfeites, agitação. Todo mundo se preparando para comemorar esta data, que em seu sentido original, nada tem haver com consumismo. 
O Natal é nascimento de Jesus, que veio ao mundo nos trazer uma nova esperança: Ele nos liga novamente ao Pai. Os historiadores não confirmam se Ele realmente nasceu no dia 25 de dezembro. 
Para mim, que sou cristã, isso não faz a menor diferença! O importante é que Ele veio ao mundo: nasceu, morreu por nós e RESSUSCITOU!
Infelizmente, no dia a dia, perdemos este foco do Natal. Ficamos preocupados demais com o que vamos vestir, os presentes que vamos comprar ou ganhar, as guloseimas que vamos saborear. Não conseguimos enxergar a beleza dos encontros de família, das relações interpessoais, dos momentos de comunhão: perdemos a capacidade de apreciar o belo, de depositar nossos valores em coisas intangíveis.

Fiquei pensando nesta geração do século XXI. Não resiste á frustração, é imediatista, hedonista e consumista.
Recordo-me da minha infância, onde arrumávamos galhos naturais para montar nossa árvore de natal. Ás vezes nós colocávamos algodão, para simular a neve... ( não tinha a menor semelhança, mas tudo bem!). Houve um ano em que colamos bolinhas de isopor, daquelas bem pequenininhas e achei que nossa árvore ficou o máximo! Na verdade, não é da árvore ou dos aparatos que sinto saudade. Hoje vejo que o que eu gostava mesmo era daquele afeto que envolvia a família na montagem dos enfeites natalinos. Minha mãe sempre foi muito empolgada com o Natal e nos incentivava a decorar toda a casa. Somos cinco irmãos e sempre era aquela festa: criar arranjos de velas com laços e bolas coloridas em pratinhos de festa, com muito papel laminado e gliter, desenhar sinos e pendurar nas portas...

Era tudo tão simples, mas a gente achava tão mágico, tão bonito...

Montar a árvore de Natal com meus filhos me fez reviver bons tempos e reafirmar em mim a grandeza das relações familiares. Laços a gente constrói no dia a dia. Não devemos deixar pequenos momentos passar em branco e nem ficarmos apegados demais às picuinhas. O que fica, o que vale, são as relações afetivas que construímos ao longo da nossa vida. 

Um pouco de bondade, de perdão, de paciência, tolerância, diplomacia, confrontar com ternura e firmeza, buscar mudanças, ceder, negociar e algumas outras virtudes. Aprender a amar “apesar de” é um alvo, um desfio, uma caminhada, uma oportunidade. E você pode fazer isto neste Natal. 

Mude seu rumo, sua vida, sua visão sobre as pessoas.  
Há 2000 anos, Jesus nasceu em Belém, sob as estrelas, que eram focos de luzes guiando os pastores e suas ovelhas ao berço de palha.

Deixe Jesus nascer em seu coração neste Natal. Que Ele venha trazer Amor e Paz, a todos nós!

quinta-feira, 28 de novembro de 2013

Dia Mundial de ação de graças

"Em tudo, daí graças, porque esta é a vontade de Deus em Cristo Jesus para convosco". I Tessalonicenses 5.18.

Hoje comemoramos o Dia mundial de Ação de Graças. Um coração grato é algo que agrada profundamente a Deus. Isto porque, gratidão expressa o reconhecimento por tudo que recebemos. No dia de hoje, para um pouco e pense:

Que motivos você tem para agradecer?

Em primeiro lugar, eu  agradeço a Deus pela vida. Não me refiro apenas à vida física, à possibilidade de respirar e de ter todos os sinais vitais funcionando bem. Agradeço pela vida espiritual, a vida eterna, que foi conquistada por Jesus lá na cruz e que me permitirá estar com Ele para sempre, um dia.

Agradeço também pela família que Ele mesmo me concedeu. Meu pai e minha mãe estão vivos, gozando de boa saúde, meus irmãos tocando suas vidas, com dignidade e felicidade. Meu marido me ama como sou, me faz feliz e me deu dois lindos filhos, que também só me trazem alegria.
Os momentos de conflito que vivemos em família servem para nos lapidar, para nos melhorar como pessoas, para desenvolver em nós o fruto do Espírito. Então, agradeço pelos momentos difíceis também.

Agradeço pela minha carreira, promissora, exitosa, tudo mérito de Deus! Foi Ele mesmo quem me dotou com inteligência, quem me proporcionou oportunidades diversas e que vem abrindo muitas portas de trabalho para mim. Agradeço pelos Salesianos, que me acolheram e vem acreditando no meu potencial de trabalho.

Agradeço pelo meu ministério com as famílias, onde tenho conversado com muitos casais e tenho ajudado estas pessoas a compreender o sentido do casamento, da vida em família, como um projeto divino para bem da humanidade.

Agradeço pelos amigos que fiz ao longo da minha caminhada, Muitos deles nem sabem, mas foram fundamentais em muitos momentos difíceis, proferindo palavras de ânimo, de consolo de apoio e de incentivo.
Eu agradeço pela simples possibilidade de poder agradecer. E peço a Deus que todos os que me cercam, tenham, assim como eu, muitos motivos para agradecer!

Feliz dia de Ação de Graças!

domingo, 24 de novembro de 2013

Eu tenho uma fã!

Abro meu e-mail e me deparo com esta linda mensagem:

"Você é um exemplo de educadora. Confesso que foi muito importante sua influência para que eu retomasse a Pedagogia. Comecei o curso em outra instituição mas lá era muito ruim, saí muito desanimada com a Educação. Nossa, eu saí de lá sem acreditar na Educação. Abandonei o curso no 5º período e achei que nunca mais iria voltar. Seu trabalho foi um dos que me fez acreditar de novo na Educação. Apostei em outra instituição e agora estou feliz. Estou aprendendo e minha turma é ótima. Seu livro já me ajudou muito e me norteou para entender as tendências pedagógicas. Amei aquele esquema, nossa, uma mão na roda, Priscila! Você é 10!"


O livro ao qual ela se refere é o "Inquietações e desafios da escola".Tem gente que é um sol na nossa vida! Obrigada Senhor, pelas pessoas maravilhosas que o senhor colocou no meu caminho!

quarta-feira, 20 de novembro de 2013

Artigo sobre autismo na coluna "inclusão" , da revista Profissão Mestre

Abaixo segue o artigo da minha coluna na revista Profissão Mestre. Desta vez falo sobre o autismo.

Uma amiga contou-me um episódio, afirmando se tratar de um fato verídico. Como eu ri demais e achei a melhor coisa do mundo, gostaria de dividir a história com vocês: o pai chegou exausto em casa e disse ao filho de 5 anos que não atenderia ninguém, pois estava muito cansado e se trancaria no quarto “para ficar no seu próprio mundo”. O telefone toca e o menino atende. Era alguém querendo falar com o pai e o menino responde que não vai dar para o pai atender. A pessoa indaga sobre o motivo e o menino responde: “é que hoje ele está um pouco autista!”.
Querendo entender a lógica do menino, perguntei o que ele quis dizer com isso e minha amiga explicou-me que, na escola, há um coleguinha autista, e a professora orientou os alunos a não se assustarem quando ele ficasse olhando fixo para o horizonte e não respondesse às suas perguntas. “É que ele é autista e, normalmente, os autistas vivem no seu próprio mundo”, explicou a professora.
Para falar a verdade, pouco me importei se isso aconteceu de fato, porque me diverti tanto quando ela me contou que a veracidade não alteraria em nada o sentimento que me causou. Depois de rir bastante e achar a história “uma graça”, parei para refletir sobre a situação.
Foi aí que me deparei com uma questão: a inclusão carece de alguns esclarecimentos. Muitas pessoas, sejam elas educadoras ou não, sabem muito pouco sobre as características de alguns déficits, transtornos ou deficiências. E o desconhecido geralmente causa medo, resistência e desconforto. Foi muito bacana a professora conversar com os alunos sobre o colega e ressaltar que, em alguns momentos, ele não vai interagir com eles porque essa é uma condição da criança autista.
Ainda não se pode dizer com absoluta certeza as causas do autismo. Sabe-se, no entanto, que não possui origem ambiental, como se acreditou durante muitos anos. Segundo Eugênio Cunha, um especialista no assunto, a atuação dos profissionais da escola é fundamental, uma vez que muitos casos de autismo foram percebidos primeiramente no ambiente escolar. O professor deve ficar atento a alguns sinais, a fim de identificar comportamentos, pois a estimulação precoce ajuda muito no desenvolvimento da criança.
Os sintomas podem aparecer nos primeiros anos de vida ou durante o período do desenvolvimento da criança. Normalmente, tornam-se aparen­tes por volta dos três anos de idade.
Na escola, é mais comum nos depararmos com dois tipos de autismo: o autismo clássico e a síndrome de Asperger, que agrupam um conjunto de comportamentos numa tríade principal: comprometimentos qualitativos na comunicação, dificuldades na interação social, atividades restrito-repetitivas.
Fique atento a alguns sinais. A criança autista costuma isolar-se das pessoas, não manter contato visual, agir como se fosse surda, fazer birras, não aceitar mudança de rotina, hiperatividade física, calma excessiva, ape­go e manuseio não apropriado de objetos, movimentos circulares no corpo, sensibilidade a barulho, estereotipias.

Limitações da linguagem também são características do autista. Assim, ele ainda encontra dificuldades para simbolizar e ter compreensão subjetiva das coisas. Alguns Asperges habilidosos são chamados de savants e já foram retratados em filmes de cinema, como Rain Man, estrelado pelos atores Dustin Hoffman e Tom Cruise.
A criança autista precisa aprender a função de cada objeto e o seu manuseio adequado. Um livro, por exemplo, passa a ser apenas um objeto de contato sensorial, em vez de ser visto como objeto de leitura, que carrega uma mensagem e tem uma função específica. A criança cria formas incomuns de manuseio, surgindo as estereotipias, que causam atraso no desenvolvimento motor, principalmente nos movimentos finos.

No universo das crianças autistas, tudo tem valor pedagógico. Do simples ato de segurar um lápis ao hábito de escovar os dentes, tudo deve ser explorado para estimular o crescimento e as percepções da criança.

Atividades
Veja algumas atividades interessantes para promover a inclusão do autista na escola:
- Eles precisam de rotina fixa. Organizam-se bem com horários e planejamento. Monte um quadro para que ele possa se organizar no decorrer do dia.
- Trabalhe exaustivamente a coordenação motora por meio de jogos ao ar livre, corridas, piscina. Faça-o se movimentar!
- Planeje atividades nas quais ele tenha a possibilidade de interagir com as pessoas, o mundo e, também, comunicar-se. Atividades de dança, em grupo, de cantoria são excelentes para esse fim. Procure fomentar a participação dele constantemente.
- O educador deve deslocar o seu olhar para o aluno, seus afetos e suas possibilidades e não para as suas dificuldades.
- Por fim, o principal: a criança autista precisa de muito afeto! Dê carinho, amor, acolha. Tanto a criança quanto a família. Ambos precisam se sentir aceitos e seguros.

Uma coisa é certa: cada um tem seu mundo e na relação com o aluno autista o primeiro a aprender será o professor. Eu garanto!

quinta-feira, 14 de novembro de 2013

Congresso em Vitória da Conquista/BA


Após ministrar minha palestra, com Ricardo Marques, secretário de Educação de Vitória da Conquista e Jocelma, gerente de Educação. Adorei participar e agradeço muito pelo convite!


terça-feira, 22 de outubro de 2013

Assessoria no Instituto São José, em Resende /RJ

Estive, na quinta, sexta e sábado da semana passada, no Instituto São José, em Resende /RJ. Fizemos um programa completo de formação. Na foto ao lado estou com o diretor, Sr. Roberto Barbosa de Oliveira,  que me recebeu de forma impecável!

Na quinta feira, falamos aos pais. Conversamos sobre os desafios e criar os filhos no século XXI. Cuidados físicos, intelectuais, sócio afetivos e espirituais foram abordados  em nossa palestra. Os pais se fizeram presentes e estavam bastante interessados em todas as informações.

Ao final da palestra eles fizeram fila para pedir dedicatórias no meu livro e conversar um pouco sobre dúvidas e situações recorrentes no lar.
Na sexta feira fizemos um treinamento com toda a equipe diretiva: diretor executivo, supervisoras, orientadoras, secretária, assistentes pedagógicos e profissionais da TI e multimeios. Mostramos o material digital a ser adotado no ano que vem e ensinamos a usá-lo, bem como as possibilidades de uso do Portal Futurum.
Havia muitas dúvidas e questionamento e foi um rico momento para dirimir todas elas.
No sábado a formação foi feita com todos os professores da escola. O objetivo maior era mostrar o material digital, bem como ensinar a usá-lo, mas a cidade estava sem luz devido a uma forte chuva no dia
anterior tivemos que partir para um "plano B" e, apesar de não termos mostrado o material, respondemos a todas a dúvidas , contextualizamos o momento que vivemos e destacamos a necessidade da mudança de paradigmas, sobretudo a necessidade da mudança de metodologias frente ás novas tecnologias.

A escola me recebeu de braços abertos e as avaliações foram muito positivas, nos sinalizando que nossos objetivos foram alcançados. Agradeço, de coração, a possibilidade de interação.

terça-feira, 15 de outubro de 2013

Hoje é dia do Professor!

No mês de outubro, comemoramos, aqui no Brasil  o dia do Professor. Uma figura que, sem dúvida nenhuma, tem uma influência enorme na vida das pessoas.
Há muitos professores em nossas vidas... Há aqueles que tivemos na escola, no ambiente acadêmico, no círculo de amigos, no círculo familiar, aqueles que foram nossos mestres cotidianamente.
Meus pais foram meus primeiros exemplos de educadores. Com eles aprendi a ser honesta, trabalhadora, aprendi o senso de família, além de aprender a fazer bolo e pão de queijo com minha mãe e a lavar o carro com meu pai.
Tudo bem que não posso dizer que fui boa aluna, porque não me dou bem na cozinha e nem ando com o carro limpinho, mas batalho muito na vida, estudei, construí minha vida e carreira, constituí família sou uma pessoa muito feliz!  Amo muito meus irmãos e, apesar da correria e de nos encontramos pouco,  daria minha vida por qualquer um deles.  Estes ensinamentos foram com o meus  “pais professores” que aprendi.
Com uma grande amiga aprendi que devemos sempre reconhecer o mérito das pessoas, elogiá-las, dizer-lhes palavras de ânimo e bondade. Inúmeras vezes eu fui animada por ela, com sua generosidade no falar, sua fidelidade a mim e seu desejo de  me ver bem. Valorizar as pessoas foi algo que aprendi com a minha “amiga professora”.
Com meus irmãos aprendi a lutar sempre. Perseguir metas, crescer como profissional e como pessoa, não esmorecer diante dos problemas da vida. E ter muita fé. Crer que Deus está no controle de todas as coisas e prosseguir rumo ao alvo. Ser persistente  e temente a Deus, foi algo que aprendi com meus “irmãos professores”.
Com meus filhos aprendi que vale a pena se doar. A vida não pode ser construída somente em torno do nosso próprio umbigo. Separar um tempo para cuidar dos outros é algo que nos torna mais humanizados e úteis. Cuidar do outro foi algo que aprendi com meus “filhos professores”.
Com meu marido aprendi que melhor é dar do que receber. Ele sempre abriu mão de muitas coisas só para me ver feliz!  Altruísmo foi algo que aprendi com meu “marido professor”.
Com meu professor de matemática do ensino fundamental aprendi que a melhor coisa a se fazer na vida é cultivar a humildade. Ele me alertou para o fato de que sempre haverá alguém com quem se pode aprender algo. Eu estive muito atenta a esta ensinamento ao longo da minha vida e carreira e tenho colhido bons frutos toda vez que me disponho a ouvir as pessoas. Cultivar a humildade foi um ensinamento que aprendi com o meu “professor  professor”.
Os professores jamais poderão mensurar o tamanho da sua influência. O aluno de hoje, pode ser o médico de amanhã. Talvez o prestador de serviço, o dono da loja, o escritor, o cantor, o poeta, o político, o pintor.
Nós também nunca saberemos quais são as influências que exercemos sobre a vida das pessoas. Por isso a necessidade de cuidar daquilo que falamos e do que fazemos ao longo da nossa caminhada.
Muitas são as possibilidades e muitas são as suas influências.
Através das nossas mãos  trazemos esperanças, podemos promover  mudanças, podemos marcar vidas de forma positiva e podemos fazer gente feliz!

A você que é professor, que ensina algo a alguém,  o meu abraço, o meu respeito e a minha homenagem!

segunda-feira, 7 de outubro de 2013

Encontro de Casais em Pará de Minas

Estive, no sábado a noite,  no encontro de casais na igreja Batista PAZ, em Pará de Minas. Desta vez o maridão foi comigo: é sempre muito bom ter a companhia dele!

A igreja estava bem cheia e foi um bom momento para fazermos algumas reflexões. Primeiro conversamos sobre o que os maridos esperam das esposas e nos baseamos em pesquisas realizadas no Brasil e publicadas em artigos acadêmicos. Eles querem: Respeito, vida sexual ativa, admiração, ser prioridade.
Já as mulheres, segundo a pesquisa, querem fidelidade, ser amadas e desejadas, ajuda nos afazeres do lar, provisão compartilhada e companheirismo.
 
Destacamos também a diferença ente machismo e masculinidade. Vimos que a masculinidade é um processo que vai sendo construído ao longo da vida e que ações de gentileza, companheirismo e afetividade não representam fraqueza ou ausência de masculinidade. Destacamos a importância do diálogo, do reconhecimento dos erros, do desvencilhar-se da mãe, para se dedicar à nova família. Falamos sobre as responsabilidades de provisão e exemplo paternal.

Minha exposição destacou o papel de cada um no lar, baseado na bíblia, no texto de efésio 5 e I Pedro 2. Vimos que a família espelha a relação de Deus conosco onde Jesus é comparado ao noivo e a igreja à noiva.
O papel do marido é amar sua esposa, assim como Cristo amou a igreja e a si mesmo se entregou por ela. À esposa cabe submeter-se e respeitar o seu marido.  Aos filhos cabe a obediência e a honra. 
Após a palestra, houve um momento em que alguns maridos fizeram declarações de amor às suas esposas.
Após a palestra, foi servido um delicioso jantar!
 

Agradeço ao pastor Vicente e sua esposa Adriana, por me acolherem com tanto amor e confiança.

sábado, 28 de setembro de 2013

II Conferência da Escola Dominical

Estive ontem na Igreja presbiteriana Jardim América, dando palestra de abertura na IICconferência da Escola Dominical. Na foto ao lado estou com o pastor da igreja, Rev Carnot Jacy, o superintendente, Enio e Nilceia, que foi quem me fez o convite. Até parece que combinamos, que deveríamos ir todos de azul!

O tema central da conferência foi 
”Os desafios da Educação Cristã; Organizando a Escola Bíblica Dominical”.

 O evento foi voltado para a superintendência e professores envolvidos na Escola Dominical, além de pessoas interessadas no assunto.

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A conferência traz um tema atual e é uma ótima oportunidade para serem debatidos temas como: os Principais problemas da EBD; Plano de Crescimento; entre outros; é um desafio a toda a liderança que sente o desejo de fazer da Escola Dominical um grande potencial de evangelização.

Na minha palestra de ontem, falei sobre a origem da escola dominical, finalidades, alcance, metodologias e escolha do material e delineei estratégias para envolver as famílias. 

Os outros preletores que falarão hoje,  serão: Rev. José Lapa  Professor de Educação Cristã do Seminário Teológico Presbiteriano Rev. Denoel Nicodemos Eller e Rev. Carnot Jacy Roque Junior, Pastor Titular da Igreja Presbiteriana Jardim América.



As pessoas se mostraram muito interessadas e me receberam com muito carinho. Agradeço a oportunidade de estar com vocês e desejo que o trabalho cresça cada dia mais!

domingo, 22 de setembro de 2013

Encontro de Casais/ Igreja Batista do Planalto

Estive, ontem à noite e hoje pela manhã, na Igreja Batista do bairro planalto, para falar no encontro e casais que eles promoveram.
Na noite de sábado, falamos sobre a família como um projeto de Deus para a humanidade e destacamos os papéis de cada um.
O pastor Pedro, sua esposa e seu filho, que estão comigo na foto ao lado, me receberam com o maior carinho e pudemos ter toda a liberdade para falar sobre as questões que julgássemos pertinentes.
Hoje pela manhã falamos sobre o tema do meu livro:
"Afinal, quem manda nesta casa?" onde falo sobre os desafios de criar os filhos na pós modernidade.
 Fizemos a palestra, paramos para com um coffee break e depois abrimos um momento para perguntas. Muitas dúvidas sobre como disciplinar os filhos, como conversar sobre sexo com eles, em que idade abordar certos assuntos. E ainda, o dilema sobre o fato da mulher trabalhar fora e ter que se dividir entre a
casa e a profissão.

Conversamos sobre estas questões e depois encerramos este momento.
Agradeço pelo convite e pela confiança!

sábado, 21 de setembro de 2013

Encontro Nacional de Gestores

Aconteceu, nesta semana que passou, o Encontro Nacional de Gestores das escolas da Inspetoria São João Bosco, da Rede Salesiana de Ensino. O SSEE (Sistema Salesiano de Educação em Escolas) organizou o evento com muito cuidado e carinho. A equipe do SSEE é composta pelo delegado, padre Ricardo Sávio, o gerente Franco Nápoli, a assessora pedagógica Heloísa Fonseca, pela estagiária Luciana e por mim, que também sou assessora pedagógica. Na foto ao lado estão Franco Nápoli, o padre Ricardo  a  Heloísa Fonseca.
Foi um momento riquíssimo de trocas, reflexões, formação e informação.
Todos os sistemas da Inspetoria tiveram a oportunidade de se apresentar, reforçando as  orientações aos gestores acerca de critérios da auditoria interna, Tecnologia da Informação, assessoria jurídica interna e externa, aspectos administrativos e filantrópicos, critérios de contratação e demissão, planejamento financeiro, contabilidade, plano de comunicação e marketing, e ainda, recebemos o consultor da Fundação Dom Cabral, senhor Maurício, com quem estou na foto ao lado, que nos falou resumidamente sobre a
assessoria que vem desenvolvendo há 4 anos com a equipe diretiva da Inspetoria São João Bosco. Uma frase dita por ele me causou grande impacto:
“Não percam tempo treinando pessoas que não tem talento.”
Na quinta feira ouvimos o consultor Tobias Ribeiro, com quem estou na foto ao lado, que nos falou, com
muita propriedade sobre como delinear um bom planejamento estratégico. Ele destacou a importância do gestor fazer um planejamento pessoal, conhecendo-se a si mesmo antes de mais nada. E disse uma coisa interessante: “ O que não pode ser medido, não pode ser gerenciado”.
Em seguida dei minha palestra, intitulada:
“Novos paradigmas, novos olhares.”
Destaquei seis paradigmas do século XXI e suas repercussões no cotidiano escolar:
1-      A nova organização da família
2-      O abismo de gerações

3-      A sociedade de direitos
4-      Diversidade
5-      Sustentabilidade
6-      Espiritualidade
O gestor deve estar atento a estas novas demandas e realidades.
 À tarde falamos sobre a inserção de novas possibilidades no ambiente escolar, tais como a educação sexual a matemática financeira, a filosofia para crianças e a robótica.
No dia seguinte, recebemos a educadora e mestre em educação, Sra Rosa Margarida, esta simpática com
quem estou na foto ao lado, que nos falou brilhantemente sobre a promoção da igualdade étnico racial, destacando a lei 10.362 que obriga as escolas a trabalhar a história da África e valorizar as contribuições do negros para a sociedade. Uma palestra maravilhosa, que encantou a todos e esclareceu muitos pontos ainda obscuros.
Em seguida, recebemos a Sra Kátia Smole, esta que está comigo na foto abaixo, mestre e doutora em educação e atualmente responsável por toda a parte pedagógica do material da Rede Salesiana, além de coordenar também os programas de formação continuada. Ela nos falou sobre as tendência da Educação Brasileira e mostrou dados concretos que nos mostram a necessidade de se trabalhar com a tecnologia para alcançar o aluno do século XXI.
Segundo ela, a escola ainda está no século IX e precisamos, urgentemente, avançar em nossas metodologias.
Finalizamos com “cases de sucesso”, onde gestores das nossas escolas puderam compartilhar ações que vem dando certo, que enriqueceram a todos nós.

 Agora é só aplicar tudo o que aprendemos! Que Deus nos ajude nesta nova empreitada!

segunda-feira, 9 de setembro de 2013

Liberdade e mudança

Este é o meu artigo do mês de setembro, na minha coluna do jornal Ana Lucia.

Liberdade e mudança

Por Priscila Pereira Boy- Pedagoga- Mestre em Educação


O mês de setembro me remete a duas palavras: Liberdade e mudança. A primeira  está ligada à comemoração da  independência do Brasil. Segundo nos conta a história, D.Pedro I, às margens do Rio Ipiranga, profere a célebre frase:
-“Independência ou morte!”
Pronto. Estamos livres. Agora não somos mais oprimidos por colonizadores que só querem o nosso trabalho, nossas riquezas, nos exploram e usufruem, sozinhos, de tudo o que seria de todos.  Agora não somos mais explorados, não roubarão nossas terras, nosso ouro. Agora sim, que fomos libertos, estamos prontos para ter uma vida digna e comunitária.

A outra palavra, mudança. Setembro é o mês da entrada da primavera. E quando esta estação chega, trás consigo as flores, brotam novas folhas, tudo fica colorido, alegre cheio de vida. Adeus folhas secas do outono, adeus árvores e galhos secos. Agora tudo é  novidade. Ver as flores se abrindo nos dá a exata dimensão de que a vida pode desabrochar, de que há esperança, de que podemos, depois de período de seca, florescer.

A liberdade que sonhamos ainda está longe de acontecer. Saímos das mãos dos colonizadores portugueses para os colonizadores globais.  A sociedade de consumo faz de nós povo explorado e escravo. Ávidas pelo lucro exorbitante e fácil, empresas fazem seres humanos reféns de salários de miséria, em troca de comida, água e abrigo.

Uma mãe americana comprou um brinquedo “made in China” e dentro dele, havia um bilhete escondido, escrito por um funcionário. O autor estava preso num campo de trabalho forçado no norte da China, trabalhando 15 horas diárias durante toda a semana. No bilhete ele dizia:
Se você comprar este produto, por favor, mande esta carta para a Organização Mundial de Direitos Humanos” –  de pessoas na China, que sofrem a perseguição do Partido Comunista, ficar-lhe-ão gratas para sempre”.

Diante disto, eu me agarro na esperança da mudança. Acredito que as flores vão se abrir, que o cenário há de ficar mais belo. Para isto, basta a gente se unir e fazer parte desta mudança.
Todos os dias eu me pergunto como posso contribuir para ver, ainda em vida, um mundo melhor. Pequenas ações podem fazer diferença: eu não compro produtos quando sei que estes utilizaram mão de obra escrava.  Evito a ostentação, a segregação, contribuo financeiramente com obras sociais, desenvolvo trabalho voluntário. Eu e muita gente que conheço por aí, fazemos a nossa parte.


Que tal você também fazer a sua? Faça algo que esteja ao alcance da sua mão. Dê um sorriso ao frentista do posto, agradeça à varredora de rua que cuida da nossa cidade. Veja as pessoas simplesmente como pessoas.  E não se assuste se, ao adotar tais atitudes, a pessoa mais beneficiada com isto for você!

domingo, 1 de setembro de 2013

Curso da ACSI em São Paulo

Estive, de quinta a sábado, em São Paulo para fazer um curso promovido pela ACSI- Associação Internacional de Escolas Cristãs.
Trata-se de uma organização internacional de escolas cristãs sem fins lucrativos, com seu escritório central em Colorado Springs, EUA.
Conta com mais de 25 mil escolas associadas, em mais de 115 países, tendo mais de um 5.5 milhões de alunos. Existem 16 escritórios regionais ao redor do mundo, sempre respeitando a identidade cultural de cada nação.

A filosofia educacional da ACSI, fundamentada na Palavra de Deus, promove uma educação cristocêntrica, orientada para desenvolver uma cosmovisão bíblica por meio de cada educador, cada matéria acadêmica e cada parte do programa escolar. Se você deseja saber mais, associar-se ou mesmo montar sua própria escola cristã, acesse o link abaixo e informe-se.

O curso foi maravilhoso e tive oportunidade de conhecer melhor a filosofia da Associação bem como as pessoas que nela trabalham. Na foto acima estou com o diretor no Brasil, pastor Mauro Meister.  Foi ele quem me convidou a participar do encontro e sou grata a Deus por poder estar ali e aprender mais. Ele proferiu uma palestra sobre a cosmovisão cristã e nos deu boa base para compreendermos que não existe uma educação neutra, que tudo que somos, fazemos ou falamos é fruto da nossa cosmovisão sobre a vida. Trabalhar dentro de uma perspectiva cristã nos desafia a compartilhar esta visão com alunos e famílias.

Ao lado estou com a pedagoga da Associação, Dilean Martins. Ela tem excesso de simpatia e doçura e proferiu uma palestra sobre a contratação de professores, além de nos conduzir em uma devocional pela manhã, onde relembrou conosco a história de José do Egito. Texto bastante apropriado, pois ela destacou o papel de José como líder escolhido por Deus para executar uma grande obra. Posição similar a dos gestores ali presentes, que podem usar suas escolas para ajudar a muitos.
A programação foi bem completa (veja abaixo) e valeu a pena ter ido.
SEXTA-FEIRA
Credenciamento e Café das Boas Vindas
Abertura
Cosmovisão e a educação cristã – Parte I
Cafezinho
Projeto Pedagógico na Escola Cristã
Almoço
Cosmovisão e a educação cristã – Parte II
Coffee break
Planejamento financeiro
Encerramento

SÁBADO
Devocional
Marketing e captação de alunos
Coffee break
Currículo e legislação
Almoço
Missão e Visão
Coffee break
Contratação de professores
Encerramento


O auditório estava lotado, todos ávidos por saber mais sobre como implementar uma escola de qualidadepreservando os princípios cristãos.

Eu já me associei e agora faço parte deste sonho. Porque você também não vem partilhar esta visão conosco?

terça-feira, 27 de agosto de 2013

Artigo da minha coluna da revista Profissão Mestre

Confiram, no link abaixo, artigo, da minha coluna na revista Profissão Mestre, onde faço um reflexão sobre o racismo.
http://www.profissaomestre.com.br/index.php/artigos/inclusao/370-contra-o-preconceito

quinta-feira, 22 de agosto de 2013

Ciclo de palestras no Colégio Salesiano BH


Estive ontem a noite, dando palestra aos pais e adoslescentes do Colégio Salesiano de BH.
A programação faz parte do ciclo de palestras que a escola está promovendo para estreitar o relacionamento com as famílias.

Falamos sobre os cuidados que devemos dispensar aos filhos e o ivestimento em quatro pilares essenciais para se ter uma vida harmoniosa:
É necessário dispensar:
 cuidados físicos - cuidar da alimentação, sono, exercícios físicos, higiene pessoal e sexualidade.
Cuidados intelectuais: investir em leitura, desenvolver hábitos de estudo, estar atento às atualidades e atividades culturais.
Cuidados socio afetivos: estabelecer limites e regras, desenvolver a auto estima e e praticar touqes físicos.
Cuidados espirituais: Envolver-se em ações solidárias, cultivar a espiritualidade  envolver-se em atividades de cuidado com o próximo.
Na foto ao lado, podemos ver o diretor executivo da unidade, Sr. Airton Cardoso e o diretor Geral, padre Jairo, ladeado pela supervisora Carolina e pela orientadora jaqueline.

Foi um rico momento de interação e partilha e os pais se mostraram muito atentos a tudo o que foi falado. Ao final tivemos a oportunidade de fazer dedicatórias nos livros e de conversar mais individualmente com as pessoas.
Agradeço a equipe do Colégio BH pela acolhida e pelo convite.



terça-feira, 13 de agosto de 2013

Vale "quase" tudo.

No sábado passado tive o privilégio de ir, em companhia da minha querida irmã Juliana, ao musical “vale tudo”, que conta a história de vida do cantor Tim Maia. 

O espetáculo é algo que me deixou sem palavras e confesso que me levou ás lágrimas. Sim, eu era muito fã. Vi Tim Maia pessoalmente, quando fui ao seu show, pouco tempo antes dele morrer.

A voz, um presente de Deus, era inigualável. E a inteligência e o talento para compor, algo que merece reverência.

A história de vida dele é muito triste. Um homem solitário, imerso nas drogas, que buscou a felicidade em lugares e pessoas erradas. Morreu de infecção generalizada, aos 55 anos. Muito triste ver seu destino, ver um talento indo embora, precocemente.

Fiquei pensando que muitas vezes recebemos algo de Deus e não usamos como deveríamos.
Ou, muitas vezes, não usamos de jeito nenhum. Enterramos nossos talentos. E fiquei pensando em que sou realmente boa, pra poder usar isto à favor da humanidade.

Você é um bom ouvinte? Visite as pessoas, vá aos asilos, aos hospitais. Está cheio de gente querendo ser ouvida...

Você é eloquente, fala bem? Dê uma palavra de ânimo a alguém, encoraje, anime as pessoas.

Você tem o dom de ensino? Crie grupos onde você possa ensinar algo, participe de projetos como voluntário. Mova-se.

A quem muito foi dado, muito será cobrado.

Você está fazendo algo pelas pessoas com o dom e talento que Deus te deu?
Será que estamos glorificando o nome dEle com tudo que Ele nos dá?

Pense nisto e comece já...

domingo, 11 de agosto de 2013

Feliz dia dos pais!

Neste artigo da minha coluna no jornal Ana Lucia, faço uma homenagem ao meu pai, na foto ao lado e a todos os pais do mundo!
O coração paterno de Deus
Por Priscila Pereira Boy- Pedagoga- Mestre em educação
www.priscilaboy.blogspotcom      priscilaboy@terracom.br


Todo ser humano precisa ser amado.  E buscamos amor e aceitação ao longo de toda nossa vida. Atitudes de amor são expressas tanto com palavras quanto com atos, e quando não experimentamos tais afetos, nossa vida fica árida, instável e nos tornamos pessoas hostis e amargas. Os primeiros afetos das nossas vidas vêm dos nossos pais. O amor ou rejeição recebidos irão determinar nossa autoestima e a imagem que fazemos de nós mesmos.
 Está se aproximando o dia dos pais. Uma das maiores e mais maravilhosas revelações da Bíblia é que Deus é nosso Pai. O que você pensa quando você escuta a palavra "pai"? Você pensa automaticamente em proteção, provisão, calor, e ternura? Ou será que a palavra "pai" revela outro tipo de imagens e sentimentos para você? A ideia de pai, nosso super- herói, protetor, que se preocupa, cuida, compra brinquedos, brinca conosco, vem desde a infância. Quando temos esse referencial, fica mais fácil a compreensão do coração paterno de Deus.
Eu agradeço muito a Deus pelo pai terreno que Ele escolheu para mim. E como eu sei que ele é fiel leitor desta coluna, vou aproveitar para fazer a ele minha homenagem. E estou feliz por poder fazê-la de forma pública, pois todo mundo precisa saber um pouco sobre este homem que tanto influenciou minha vida e a quem devo honra, respeito, mas principalmente, muito amor!
Somos uma família de 5 filhos, portanto criar-nos não deve ter sido um desafio fácil. Houve um momento na vida do meu pai em que ele teve cinco empregos: uma para cada um de nós, segundo fala dele mesmo! Meu pai sempre trabalhou muito, por isso esteve fisicamente ausente em muitos momentos. Mas, se fazia presente com bilhetes, com exercício de sua autoridade sobre nós e, não sei como, sempre encontrava tempo para nos proporcionar momentos de lazer. Se havia um circo na cidade, ele chegava com os ingressos de surpresa, na porta da escola e a gente ia mesmo de uniforme, porque naquela época, não fomos ensinados a  nos preocupar excessivamente com a aparência. Recordo-me que na páscoa, ele sempre nos surpreendia com os ovos na segunda feira, alguns quebrados, mas a gente nem ligava. Achávamos o máximo a esperteza do papai- ele sabe que na segunda os ovos vão baixar, então ele espera e gasta menos do que as outras pessoas. Na minha inocência de criança, eu pensava - como ele é inteligente!
E ainda havia os passeios no parque Guanabara, em Belo Horizonte. Aqueles brinquedos faziam parte do nosso imaginário e era um momento mágico quando estávamos lá! Também íamos ao zoológico, com cesta de piquenique e tudo, ao mercado central onde a gente comprava fruta e comia carne acebolada. Com um pai assim é muito fácil ter uma imagem positiva de Deus Pai.
Creio que Deus queria ver-nos entrar neste mundo totalmente dependentes e necessitados, porque Ele pretendia que fosse o seio da família o lugar onde o Seu amor fosse demonstrado pelos nossos pais. Cada pessoa parece ter uma ideia diferente daquilo que Deus é, porque inconscientemente tendem a relacionar os sentimentos e impressões que eles têm do seu próprio pai terreno à sua noção de Pai Celestial.
A própria experiência de cada pessoa com a autoridade humana é geralmente transferida para o modo como eles se relacionam com Deus. Boas experiências nos trazem mais perto de conhecer e compreender a Deus, assim como as más experiências podem criar imagens distorcidas do amor do nosso Pai por nós.
O problema é que existem filhos que nunca receberam um abraço, um mimo, um sorriso, um elogio de seus pais!
 Isso, com certeza, distorce a imagem que formamos de Deus. E distorce a imagem que construímos de nós mesmos. Pense um pouco sobre estas questões. Se você é pai, mostre ao seu filho o amor de Deus e faça-o sentir-se especial. Se você não teve um bom pai, pense que existe um pai celeste que se preocupa com você e que jamais te abandonará. Ele te ama como filho. Desfrute do Seu amor e acredite: você é alguém especial!

Minha homenagem especial ao pai dos meu filhos, com quem divido a vida há 17 anos. Amo você !
E a você que é pai, receba meu abraço, meu carinho e minha homenagem.

terça-feira, 6 de agosto de 2013

Formação de professores no Instituto São José, em Resende/RJ

Estive no Instituto São José,  em Resende, no Rio de janeiro, fazendo a formação continuada dos professores daquela escola. Na sexta-feira à noite, a reunião contou com educadores da Educação Infantil e do 1º Ano do Ensino Fundamental. Na manhã de sábado, foi a vez dos profissionais que atuam do 2º Ano do Ensino Fundamental à 3ª Série do Ensino Médio. Falamos sobre a proposta da Rede Salesiana de Escolas, a avaliação sob a perspectiva das competências e habilidades, com enfoque nas orientações do INEP (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais).
Houve uma ótima receptividade do grupo, que manteve um clima agradável durante todo o encontro. O objetivo de uma formação como essa é a profissionalização. São momentos fundamentais para o crescimento do corpo docente. O mundo moderno nos impõe novos paradigmas. Saber lidar com as novas tecnologias e metodologias, compreender a nova família brasileira, lidar com a diversidade, implantar novas formas de avaliação frente ao fenômeno da globalização são grandes desafios para os educadores e gestores das escolas. Diante de tantos desafios, torna-se fundamental a formação continuada dos professores, para que reflitam sobre sua atuação e busquem novas formas e novas possibilidades de trabalho.
A professora do 1º do Ensino Fundamental, Márcia Alvarenga, aprovou o encontro. "Foi ótimo, a Priscila nos coloca as questões de forma clara e alegre, além de abordar o tema de maneira muito segura", destacou a educadora.

Na foto ao lado estou com a equipe técnica: supervisoras, orientadoras e o diretor Geral.
Para o diretor executivo do Instituto São José, Professor Roberto Barbosa de Oliveira, o objetivo dos encontros foi mais uma vez atingido. "Priscila trouxe discussões e apresentou temas de muita relevância. Conseguiu explorar com pertinência a realidade pedagógica do Instituto São José e contribuir fortemente para uma reflexão das nossas ações. Me impressionou o como ela domina atributos específicos da Educação Infantil ao Ensino Médio, com foco nas habilidades e competências do Enem", concluiu o diretor.

Veja esta notícia no site da escola:

quinta-feira, 25 de julho de 2013

Artigo publicado na Revista Profissão Mestre de Maio

Como muitos sabem, tenho uma coluna de Inclusão na Revista profissão Mestre.

Confiram meu artigo da revista de maio. O tema desta vez é a sindrome de down.

quarta-feira, 24 de julho de 2013

Palestra no Seminário Presbiteriano


Estive sábado a tarde no Encontro da Familia Seminariana, no Seminário Teológico Presbiteriano Rev, Denoel Nicodemos Eller, em BH. Um evento para seminaristas, pastores, suas esposa e filhos. Falei sobre o meu livro: "Afinal, quem manda nesta casa?" Muitas pessoas estavam presentes, ávidas para saber a melhor forma de educar os filhos. Na foto ao lado estou com o Ver Waldir, diretor do Seminário, que me recebeu com muita deferência.
Conversamos sobre os desafios de criar filhos nos dias atuais. Destacamos a nova família brasileira segundo dados do IBGE.
Famílias, tradicionais, Famílias monoparentais, Famílias recasadas, Famílias ampliadas e Famílias não convencionais.

Destacamos o fenômeno da globalização e as pressões que ela nos traz, bem como suas repercussões para as relações familiares. Por último, falamos sobre as várias facetas da educação e dos cuidados que os pais devem dispensar aos filhos:

Cuidados físicos:


-Alimentação, sono, cuidados pessoais, sexualidade;

Cuidados afetivos:

- Construção da auto estima, através de elogios da pequenas conquistas, valorização das
qualidades do seu filho, contatos físicos, como abraço, beijo etc.

Cuidados Pessoais e Sociais:


-Importância da delimitação de regras claras e colocação de limites. As regras sociais devem ser observadas e cumpridas, para que as relações com as pessoas sejam harmoniosas.É necessário também um monitoramento das amizades dos filhos, bem como estar atentos ao que eles estão tendo acesso,  principalmente através da internet.

Cuidados Cognitivos:

-Cuidar do intelecto do seu filho também faz parte dos cuidados essenciais. estimular a leitura, levá-lo em atividades culturais, conversar
sobre atualidades e cultura geral.

Cuidados espirituais:

-Ler a bíblia, orar, envolver-se em atividades sociais, contribuir financeiramente.


Foi um momento muito rico e abençoado!