Como educadores, lancemos boas sementes...

.

sexta-feira, 31 de maio de 2013

Meu livro sobre Educação de filhos

A chegada de um filho mexe com toda nossa estrutura familiar: física, afetiva, emocional. Um bom começo para reflexão é reconhecer que os filhos são uma bênção de Deus. Pode nos dar um pouco de trabalho, causar medo, angústia, fazer rombos no orçamento...
Criar filhos felizes é uma das maiores preocupações dos pais – e começa antes mesmo de eles nascerem.
Neste meu novo livro, ( que tem meus lindos filhos na capa!) falo sobre os desafios de criar filhos na era pós-moderna. Saber lidar com: computador, vídeo game, hora de estudo, alimentação saudável, construção da autoestima, limites, espiritualidade, briga entre irmãos, morte, adoção, filhos adolescentes, sexualidade, filhos com necessidades especiais, filhos homossexuais.
Estes e muitos outros temas serão abordados nesta obra. Você vai perceber que criar filhos não é tão complicado assim...E vai ter certeza de que eles são um verdadeiro presente de Deus!
Para adquirir o seu é fácil: 
Mande-me uma mensagem in box no facebook  ( Priscila Pereira) ou passe um e-mail que lhe enviarei os dados para depósito e postarei o seu pedido.
priscilaboy@terra.com.br

segunda-feira, 20 de maio de 2013

Retomada


Há certas coisas na vida que deixamos de lado, simplesmente porque o tempo passa, novas atividades vão entrando e a gente vai se afastando de fazê-las. 
Andei sumida aqui do blog porque minha vida deu uma pequena reviravolta, uma vez que voltei a trabalhar formalmente, com horário integral e tenho viajado muito. 
Mas sinto falta da escrita, de socializar minhas ideias, pensamentos, indignações. De dividir com amigos coisa que julgo importantes. Portanto, estou de volta.
Ter uma meta de sempre fazer algo novo é uma oportunidade para aprender coisas novas ou resgatar coisas esquecidas. 
Acaba sendo uma ginástica poderosa contra teias de aranha intelectuais, falência muscular generalizada e fermentação da preguiça que ronda nossas vidas. 
A graça de aprender novidades à medida que amadurecemos é que cada vez mais podemos aprender algo porque queremos e não porque precisamos, agora que não interessam mais as provas, as notas, a promoção.
Mesmo atividades retomadas depois de um tempo de abandono trazem a sensação de caixas fechadas que vão se abrindo e informações adormecidas surgindo, como um arquivo que deixamos num canto, guardando dados preciosos para um uso futuro.
Um dia destes resolvi andar de bicicleta, atividade que eu não fazia há pelo menos uns 8 anos. Não caí, andei com destreza e relembrei lindos momentos da infância. E resolvi fazer um colar pra mim, com a inúmeras contas e pérolas que tenho guardadas em minhas caixas no armário. 
Estranheza inicial superada nos primeiros minutos, logo voltando à habilidade pensada perdida como se nunca tivesse parado. Quantas coisas que fazíamos por prazer ou talento foram sendo deixadas por causa de filhos, profissão, compromissos, ou  a famosa frase: isso-não-dá-dinheiro.
Talvez seja chegado o momento de abrir velhos arquivos.
Ter uma listinha do que queremos aprender é bem motivante. Focos de interesse a serem desenvolvidos e retomados, metas a serem alcançadas podem nos ajudar a começar algo e não desanimar de terminar.
 O foco é essencial, pois uma das coisas mais importantes que precisamos aprender é que simplesmente não dá para fazer tudo. Mas dá pra fazer algo...retomar o blog é uma meta que pretendo alcançar!

domingo, 12 de maio de 2013

Eu amo ser mãe!


Hoje, no Brasil, é dia das mães. Ao lado estou com a minha, que graças a Deus está viva e com muita saúde!

A mulher tem um papel fundamental no lar. Ela acolhe, ama, cuida. Faz com que todo mundo se sinta especial.

Ela sabe do que os filhos gostam, agrada o marido, faz coisas sem parar.
Ao longo dos anos, muitas conquistam cercam o universo feminino. 

Alcançamos o direito de votar, ganhamos delegacia especializada, leis que nos protegem da violência, ganhamos o mercado de trabalho e saímos de casa para trabalhar.
Muita coisa a ser celebrada, mas tudo na vida tem seu preço. 

Ninguém substitui o papel da mãe. Nem a professora, nem a escola, nem as assistentes sociais, nem o estado que elabora políticas públicas para acolher crianças em escolas, por tempo integral.

A figura da mãe e sua influência na vida dos indivíduos não pode ser mensurada. É em família que construímos autoestima, formamos valores éticos e morais, nos constituímos como sujeitos do bem.
Que neste dia das mães, nós nos lembremos de que a missão a nós confiada, não pode ser delegada a ninguém. E que Deus nos dê sabedoria, ânimo e força, para desempenhar, com leveza e amor, nosso papel.
Eu agradeço a Deus por ser mãe e desejo, a todas, um dia especial

sábado, 11 de maio de 2013

Preconceito velado


Tenho me sentido especialmente incomodada com algumas situações que presencio. São amigas que se referem as suas empregadas como seres menores, são colegas acadêmicos que se referem a alunos ou a outras pessoas como menos capazes, são pessoas que comparam a situação sócio econômica das outras, julgando se teriam ou não condições de fazer tal viagem, comprar em tal loja, comer em algum restaurante e por a í vai. 
Sem contar as referências aos negros, aos homossexuais, ás loiras...
E não posso deixar de citar as pessoas com necessidades especiais. Com estas fazemos pior: como não é socialmente aceitável rejeitá-las, nos travestimos de piedade e misericórdia e damos a elas um tratamento aparentemente inclusivo. 

Rosana Jatobá nos alerta para o fato de que, muitas vezes,  não existe a intenção de magoar. São palavras ou expressões que , de tão arraigadas, passam despercebidas, mas carregam o flagelo do preconceito.
Preconceito velado, o que é pior, porque não mostra a cara, não se assume como tal. Difícil combater um inimigo disfarçado.
A liberdade de escolha e a tolerância das diferenças resumem o Princípio da Igualdade, sem o qual nenhuma sociedade pode ser Sustentável.

O preconceito nas entrelinhas é perigoso, porque , em doses homeopáticas, reforça os estigmas e aprofunda os abismos entre os cidadãos. Revela a ignorância e alimenta o monstro da maldade.
Eu me sinto  mal com comentários que diminuem ou segregam o outro. Isso me conforta um pouco, porque sinaliza que a chama da ética e do respeito ainda ardem em meu coração.
Nunca posso me esquecer que sou educadora e cristã e não posso perder a capacidade de me indignar.
Eu luto contra o preconceito, e você?