Como educadores, lancemos boas sementes...

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sexta-feira, 21 de junho de 2013

Artigo da minha coluna "inclusão" na revista Profissão Mestre

Confiram, no link abaixo, meu artigo na minha estreia da coluna de inclusão, da revista profissão mestre. Nele falo sobre a diversidade que cerca o mundo e que deve também fazer parte do cotidiano da escola. Todos tem o direito de participar dos espaços públicos e devem ser aceitos também nos espaços escolares.
Espero que gostem!
http://www.profissaomestre.com.br/index.php/artigos/inclusao/259-inclusao-um-desafio-cotidiano

quinta-feira, 13 de junho de 2013

Palestra para Casais na Igreja Batista Pedra Branca

No sábado passado, fui convidada para dar palestra na Igreja Batista Pedra Branca,  em Ribeirão da Neves. Era um jantar para casais, por ocasião do dia dos namorados. Decoração impecável, como vocês podem ver nas fotos e comida deliciosa!
Fui muito bem recebida pelo pastor, José Roberto e sua esposa Érica. Atualmente ela coordena o ministério com artesanato na igreja, que foi quem fez tantas coisas maravilhosas para enfeitar as mesas! Muitas pessoas estavam ali, todos ávidos por aprender mais sobre como melhorar as relações familiares.
Minha exposição destacou o papel de cada um no lar, baseado na bíblia, no texto de efésio 5 e I Pedro 2. Vimos que a família espelha a relação de Deus conosco onde Jesus é comparado ao noivo e a igreja à noiva.
O papel do marido é amar sua esposa, assim como Cristo amou a igreja e a si mesmo se entregou por ela.
 À esposa cabe submeter-se e respeitar o seu marido. Aos filhos cabe a obediência e a honra. Se cada um fizer o que Deus nos ordenou é certo que a harmonia vai reinará na sua casa!
Ao final, casais foram desafiados a fazer declarações de amor, pelos líderes do ministério Casados para Sempre ( Rafael e sua esposa Neila, na foto ao lado).

A equipe trabalhou muito para que o evento fosse um sucesso!
Foi um momento muito gostoso e agradeço a Deus por onde Ele tem me levado e peço a Ele que abençoe todas as famílias!

terça-feira, 11 de junho de 2013

Congresso de gestores em Brasília

Aconteceu, na sexta feira passada, o Encontro de gestores da Rede Salesiana de Ensino, ligada à inspetoria São João Bosco, da qual sou Assessora pedagógica.
Estavam presentes gestores das escolas, supervisores e orientadores.
Pela manhã, falamos um pouco sobre o palnejamento estratégico e sua importância para a organização cotidiana do trabalho, bem como o acompanhamento das metas estabelecidas. Três escolas apresentaram seus planejamntos:
O Coégio Dom Bosco de Brasília;
O Colégio Ateneu, de Goiânia;
O colégio São Domingos Sávio, de Brasília.
Foram ricas apresentações onde pudemos aprender bastante.
No período da tarde, abordamos o tema:
" Avaliação na perspectiva das competências e habilidades"

Diferenciamos competências, habilidades e descritores.
Depois conceituamos  e diferenciamos questão, problema e exercício.
E, por fim, anlisamos provas das escolas da rede e fizemos comentários sobre elas.
A equipe se envolveu ao máximo. Foi uma jornada bem "puxada", porém muito proveitosa!

Assessoria ao Colégio Salesiano Ateneu Dom Bosco, em Goiânia


Estive no Instituto Ateneu, em Goiânia, para uma assessoria Pedagógica.  Trabalhamos com as equipe técnica e com o gestor, para discutirmos ações que fomentem o crescimento da escola, bem como elevem a qualidade do trabalho desenvolvido. Na foto ao lado as supervisoras e o diretor da unidade.
A escola implantou o programa de qualidade total, o que tem feito com os processos caminhem de forma mais ágil e proporcionado o envolvimento de todos.
Possui um programa de reuniões  de formação semanais com todos os  segmentos, onde são tratados assuntos pedagógicos e administrativos.
O sistema do integral, coordenado pela supervisora da Educação infantil e fundamental I, Neide Muniz. Aos poucos eles vem fazendo investimentos para melhoria dos serviço e hoje já contam com toda estrutura necessária para oferecer um trabalho de qualidade.
Visitamos o espaço físico e algumas salas de aula para vermos os materiais expostos e achamos que  as salas tem bastante estímulo visual, tudo adequado à idade e aos objetivos propostos.
Acreditamos que o trabalho está caminhando e que o diretor tem uma visão geral de tudo o que acontece na Instituição e que seus esforços , junto com sua equipe, tem produzido bons frutos.

segunda-feira, 10 de junho de 2013

Assessoria ao Instituto Salesinao Dom Bosco em Campos/RJ


Estive no Instituto Salesiano Dom Bosco, em campos dos Goitacazes, no Rio de janeiro para uma assessoria Pedagógica.  Trabalhamos com as equipe técnica e com o gestor, para discutirmos ações que fomentem o crescimento da escola, bem como elevem a qualidade do trabalho desenvolvido. Nafoto ao lado estou com duas, dos 4 Supervisores Pedagógicas e com minha colega de trabalho, Heloísa Fonseca..

A escola tem um programa de reuniões  de formação semanais com todos os  segmentos, onde são tratados assuntos pedagógicos e administrativos.

Um grande desafio a ser enfrentado pela escola é a questão das tarefas de casa. Os alunos não trazem as atividades pedidas e as famílias não são parceiras nesta cobrança. É preciso programar uma escola de pais para que a família seja conclamada a ser parceira da escola.

Visitamos o espaço físico e algumas salas de aula para vermos os materiais expostos e achamos que  as salas tem bastante estímulo visual, tudo adequado à idade e aos objetivos propostos. Na foto ao lado estou com o diretor Geral, Dante e com Heloísa Fonseca.

Agradeço a acolhida!

Assessoria no Colégio D. Helvécio em Ponte Nova


Estive em Ponte Nova, não Colégio D. Helvécio, para fazer formação continuada de professores e palestra aos pais. Nas fotos estou com as supervisoras, Anna Carolina e Andreísa.
Iniciamos a palestra aos pais falando sobre os métodos e processos de alfabetização, explicando sinteticamente cada um deles. Em seguida falamos sobre a proposta na perspectiva construtivista sócio interacionista.
Foram apresentados os níveis de escrita e o tipo de intervenção a ser feita em cada um deles. Deixamos bem claro a proposta de só entregar as crianças lendo ao final do primeiro ano do ensino fundamental, quando as crianças já estão com seis anos de idade.
Falamos um pouco acerca da letra cursiva, que só deve ser introduzida após a criança estar alfabetizada.

 Ao final abrimos para perguntas e muitos pais fizeram depoimentos de que a reunião foi esclarecedora para eles e agradeceram muito por este momento.
As educadoras e a supervisora Carol avaliaram que a reunião cumpriu o objetivo proposto, de fundamentar teoricamente os procedimentos da escola e aplacar um pouco a ansiedade dos pais.

 FORMAÇÃO CONTINUADA DAS PROFESSORAS:

A formação foi planejada com metodologia de ouvidoria inicial e um segundo momento com metodologia expositiva, uma vez que o objetivo era informar sobre os níveis da escrita preconizados por Emília Ferreiro e conceituar o trinômio: alfabetização, letramento e consciência fonológica. Na foto ao lado estou com a equipe de professoras.


Após ouvirmos o grupo sobre suas dificuldades em trabalhar com o material que levamos e também suas dúvidas acerca do processo de alfabetização, distribuímos material teórico, fizemos explicações sobre eles, com atividades práticas que as ajudarão a desenvolver melhor o trabalho cotidiano de base alfabética e consciência fonológica.

Passamos também alguns slides que exemplificaram atividades práticas com os alunos e como fazer o registo sistemático das mesmas.

Levamos Portfólios de alguns alunos, para que as professoras pudessem ver como fazer deste uma ferramenta avaliativa, ressaltando que o portifólio deve ser um demonstrativo de desenvolvimento do aluno e não apenas uma coletânea de atividades.
O grupo estava um pouco retraído no início, apresentando certo receio em expor suas dúvidas e práticas.

 As educadoras foram encorajadas a falar sem censura sobre o que pensam e sobre o trabalho que desenvolvem e assim o fizeram. Esta transparência nos deu a oportunidade de esclarecer muitas questões e de apontar novas possibilidades de trabalho. O grupo está motivado e foi muito bom trabalhar com estas educadoras!

 

Excesso de sinceridade

Sempre defendi que a verdade é a melhor opção. Mesmo que seja difícil, em alguns momentos, ser sincero, penso que devemos dizer a verdade. Não se constrói relacionamentos sólidos, sejam eles de amizade, de amor, profissionais, sem transparência.
Mas, esta semana uma linda garotinha de 4 anos me fez repensar esta posição.
Eu estava no salão fazendo unha e ela entrou de repente acompanhada de sua mãe.

Começou a dizer que estava com fome e que queria comer algo. A mãe insitia para que ela esperasse um pouco mais, pois logo chegariam em casa e seria servido o jantar. Mas, segundo ela, a fome poderia matá-la, então a mãe cedeu e resolveu levá-la até a lanchonete, do outro lado da rua, para comprar alguma coisa e evitar a morte súbida da menininha.
Ela apreceu de volta, com um pastel de carne enorme, super cheiroso e eu logo a abordei:

-Nossa, que delícia! Acho que vou até a lanchonete comer algo também...

E ela me disse que lá havia coxinha, empada e pastel de queijo e que havia sido difícil escolher, porque ela gostava de tudo que tinha lá! Então eu disse que não saberia escolher entre tantas coisas gostosas e que achava melhor comprar um de cada.
Foi aí que pensei melhor no que havia dito e falei que, o melhor mesmo era pegar um só, porque senão eu ia ficar muito gordinha, comendo todos aqueles salgadinhos. Ele me olhou de cima em baixo e disse, sem hesitar:

- Mas você já está gordinha!

Meu Deus, será mesmo necessário tanta sinceridade? Quase morri, mas não foi de raiva não.
Foi de rir mesmo!
Adora a pureza das crianças!

terça-feira, 4 de junho de 2013

Letra cursiva na educação infantil: sim ou não?

Compartilho com vocês um caso verídico contado por uma amiga:

A mãe chega em casa exausta e diz ao filho que não vai atender ninguém, porque está muito cansada e teve um dia muito difícil. O telefone toca e o filho de 5 anos atende. É alguém querendo falar com a mãe e ele logo diz que ela não pode atender porque teve um dia difícil e está muito cansada. A pessoa pergunta:
- Mas o que aconteceu com ela?
E o menino responde:
- Não sei não, mas acho que ela está aprendendo letra cursiva!

A letra cursiva faz parte da vida acadêmica, mas como tudo na vida, ela tem sua época certa. Já está provado, por meio de estudos científicos publicados no meio acadêmico, que a letra cursiva só deve ser introduzida quando a criança já domina o código, ou seja, quando ela está alfabética ou alfabetizada. Antes disso é enfado e canseira e não tem o menor sentido para a criança.
INTERAGIR com a letra cursiva é necessário. COBRAR deve ser um ato condizente com a possibilidade de resposta. Há que se considerar, além do contexto, a idade e a maturidade, afetiva e biológica dos alunos.
Além do mais, gastar tanto tempo cobrando um traçado certinho já não faz mais sentido, em um mundo digital. A tecnologia está aí, ganhando as salas de aula e a simpatia dos alunos.

Então vamos refletir: o que estamos fazendo com as nossas crianças?