Como educadores, lancemos boas sementes...

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quinta-feira, 24 de julho de 2014

Formação continuada no Instituto Dom Bosco de Campos dos Goytacazes/Rio

Estive o Instituto Dom Bosco de Campos, para fazer a formação continuada dos professores e realizar treinamento com a equipe técnica, com quem estou na foto ao lado.

Com o grupo da educação infantil conversamos sobre como se dá a confecção dos Portfólios, porque construí-lo, o que ele deve conter, suas bases legais. Todo Portfólio parte de intenções educativas, do currículo executado e deve ser um instrumento de avaliação e não uma mera coletânea de atividades.

Abordamos também a confecção dos relatórios a serem enviados aos pais. Diferenciamos relatórios individuais, relatórios coletivos de trabalho e de Relatórios de Projetos.

No período da tarde foi a vez do Ensino Médio e do fundamental II. Conversamos sobre o que é o SSEE, a ISJB e seu planejamento estratégico. Destacamos a linha Axial, onde está planejado o pleito, em 2014, do selo ISO em educação. Este é um dos motivos que tem nos levado a trabalhar pela padronização dos procedimentos e processos.
Fizemos um treinamento para matrícula com as orientadoras, pessoal de TI e comunicação, recepcionistas e secretária escolar. Distribuímos apostila previamente, contendo todos os passos necessários ao atendimento. Desde a documentação até o atendimento aos pais, destacando o atendimento telefônico, presencial, aspectos físicos, limpeza, material de apoio etc.

A formação feita com os professores do Fundamental I teve como temática, a Proposta de avaliação a rede Salesiana ade escolas, baseada em um texto da katia Smole onde ela deixa claro a necessidade de trabalhamos com múltiplos instrumentos de avaliação.

Em relação à temática de Avaliação Escolar, destacamos que a avaliação é um processo e não um momento estanque em si mesmo. E ainda, instrumentos de avaliação não são necessariamente avaliação. É preciso avaliar sempre, acompanhar, monitorar, mas o que realmente vai garantir a aprendizagem são as intervenções que fazemos frente ao desempenho do aluno.

Mostramos 8 instrumentos de avaliação diferenciados, destacando a utilidade e uso de cada um, ensinado como planejá-los e como apresentar as propostas aos alunos. Dividimos os professores em pequenos grupos para que eles elaborassem o instrumento avaliativo delineado e posteriormente apresentassem ao grupo maior. Foi um momento muito rico, o grupo respondeu muito bem à nossa proposição

 A equipe me recebeu de braços abertos! Recebi homenagem dos alunos e muitos mimos! Agradeço a acolhida e confiança e desejo um semestre abençoados!

Jornada Pedagógica no Colégio Salesiano São Domingos Sávio, em Brasilia

Aconteceu, no dia 10 de julho de 2014, a Jornada Pedagógica do Colégio São Domingos Sávio, em Brasília. 

Fui convidada para ministrar formação aos professores. Falamos sobre dois temas: Avaliação e relações interpessoais, com foco na (in)disciplina dos alunos.

Em relação à temática de Avaliação Escolar, destacamos que a avaliação é um processo e não um momento estanque em si mesmo. E ainda, instrumentos de avaliação não são necessariamente avaliação. É preciso avaliar sempre, acompanhar, monitorar, mas o que realmente vai garantir a aprendizagem são as intervenções que fazemos frente ao desempenho do aluno.
Mostramos 8 instrumentos de avaliação diferenciados, destacando a utilidade e uso de cada um, ensinado como planejá-los e como apresentar as propostas aos alunos. Dividimos os professores em pequenos grupos para que eles elaborassem o instrumento avaliativo delineado e posteriormente apresentassem ao grupo maior. Foi um momento muito rico, o grupo respondeu muito bem à nossa proposição.

Em seguida, falamos sobre a taxonomia de Bloom, como base pra elaboração dos itens, contemplando as habilidades cognitivas de cada aluno. Destacamos o que é a TRI (Teoria de resposta ao item) e como o ENEM trabalha. Fizemos uma análise de itens elaborados em outras escolas.
Finalizamos nossa participação, com a temática:
Relações Interpessoais: desatando nós e criando laços.
Trabalhando a (in)disciplina na sala de aula.
A palestra procurou levar os professores à reflexão acerca do relacionamento entre professor e alunos na escola. Destacamos estudos realizados no meio acadêmico que aponta algumas causas para a indisciplina escolar. Ressaltamos nossa opção pelo sistema Preventivo em detrimento de uma educação repressora. Trouxemos casos práticos, mostramos ações propositivas com o objetivo de melhorar esta relação no dia a dia.

A equipe me recebeu de braços abertos! Ao final, chocolates da Kopenhagen!Agradeço a acolhida e confiança e desejo um semestre abençoado!

terça-feira, 15 de julho de 2014

Fechada com o Tinga!

Hoje pela manhã fui recebida pelo jogador do Cruzeiro, Tinga, em sua casa.

Ele me concedeu entrevista para a Revista da Comissão de Inculturação da Inspetoria São João Bosco que será lançada em outubro.

O tema da revista versará sobre a promoção da igualdade étnico racial.

Falamos de infância, de carreira, de futebol, família e claro, sobre o racismo. Todos nós, fechados com o Tinga, chutando o preconceito! A revista promete! Aguardem! Valeu Tinga!

terça-feira, 8 de julho de 2014

Artigo publicado na Revista Educação Infantil

Já está nas bancas, a Revista EDUCAÇÃO INFANTIL deste mês ( n 48), da Editora Minuano, onde contribuí com a coluna: Opinião do educador. Lá falo sobre os desafios da indisciplina na sala de aula e necessidade do fortalecimento da relação família x escola.
Para quem trabalha com educação Infantil, a revista traz uma infinidade de Projetos e sugestões de atividades.

quinta-feira, 3 de julho de 2014

Você gosta de pessoas?

Por Priscila Pereira Boy- Pedagoga- Mestre em Educação
Se tem uma coisa que eu gosto nesta vida são pessoas. 
Prefiro gente do que bicho, do que comida, do que viajar. Ver como elas pensam, como se vestem, seus costumes, culturas, apegos, amores, atitudes.

Você então já pode imaginar a maravilha que estou achando a Copa do Mundo! É gente de todo lado, com sua forma de agir, de pensar, de comemorar. Vestimentas engraçadas, comidas esquisitas, dancinhas de comemoração, caras e bocas- diversidade.

Na minha cidade estamos vivendo uma verdadeira Babel: gente falando tudo que é língua: tem argentino, croata, iraniano, inglês, africano e por aí vai.

Eu fico atenta e procuro aprender um pouco com cada um. Observo os jogos, a forma como as pessoas comemoram, como se comportam nos estádios e no campo. E, com esta observação, aprendo muito!

Com o jogador do Uruguai Luiz Suarez aprendi que agir por impulso pode destruir sonhos seus e dos outros.
Com o Cristiano Ronaldo aprendi que aparência não é tudo na vida.
Com a seleção espanhola aprendi que aquele que está de pé, tem que ter muito cuidado para que não venha a cair.
Com o técnico da Itália, que disse que o mundo deveria ter medo deles, aprendi que não devemos contar vitória antes da hora.
Com os mexicanos aprendi a ser feliz, mesmo na simplicidade. Eles vieram de carro, de ônibus, acamparam, não tinham dinheiro para um turismo de glamour, mas estavam felizes com pouco. E a seleção deles deu show!
Com o Messi aprendi a não julgar os outros. O cara é argentino, mas é humilde e é uma simpatia com as pessoas!
Com os japonese, que cataram todo lixo que produziram em sacos azuis, aprendi o que é civilidade.
Com a seleção brasileira aprendi que você pode até não ser o que dizem, mas sua fama vai sempre falar mais alto. Não estamos jogando bem, mas todo mundo nos teme.

Vale a pena se relacionar, principalmente com pessoas diferentes de nós. A copa nos leva a ver as diferenças de todos e a respeitar e aprender com estas diferenças.


É por isso que eu gosto mais de pessoas do que coisas.