Como educadores, lancemos boas sementes...

.

quarta-feira, 30 de abril de 2014

Cotas para deficientes, são ações eficientes?


Recebi, de uma amiga educadora, autora de livros e palestrante, muito respeitada e famosa aqui no Brasil, um e-mail, mostrando-se indignada com um anúncio que viu no jornal, oferecendo vagas a ”Portadores de Deficiência Intelectual”. Ela achou um absurdo o termo utilizado e ainda, o fato de pedirem para anexar currículo e dados dos familiares, como nome do pai, da mãe, etc.

Segundo a visão dela, pedir currículo a pessoas que são chamadas de deficientes intelectuais poderia ser considerado até mesmo como um certo “deboche”. E porque pedir dados da família?  Seriam eles incapazes de fazer as entrevistas, sozinhos?

Ela não hesitou: colocou sua revolta na rede e passou e-mail a algumas pessoas que lidam com inclusão, pedindo que emitissem opiniões, para segundo ela, aferir “se estava ficado louca ou se aquilo não era uma forma de preconceito”. Abaixo segue a resposta que enviei a ela. Leiam, reflitam e tirem, vocês mesmos, suas conclusões.

Prezada Amiga,
Em primeiro lugar, gostaria de registrar minha lisonja ao receber seu e-mail e ver que fiz parte de uma lista de pessoas, cujas considerações seriam relevantes para você.
Inicio minha reflexão falando sobre o anúncio anexado, oferecendo vagas de trabalho, com as atribuições e o público alvo das mesmas (no caso, deficientes intelectuais).

Estas vagas se referem ao cumprimento da LEI Nº 7.853, DE 24 DE OUTUBRO DE 1989, publicado no DOU de 25/10/1989. As principais disposições acerca do tema, encontram-se consubstanciadas no Decreto n.º 3.298/1999 (que regulamentou a Lei no 7.853/1989) que dispõe sobre a Política Nacional para a Integração das Pessoas Portadoras de Deficiências.

A referida lei, dentre outras estipulações, traz em seu bojo regras destinadas à inclusão das PPD`s (Pessoas Portadoras de Deficiências[1]) no mercado de trabalho, tanto assim, que seu artigo 36 I (repetindo o texto do artigo 93 da Lei 8.213/91), determina que as empresas, com 100 (cem) ou mais empregados, devem preencher de 2 (dois) a 5% (cinco por cento) de seus cargos com beneficiários reabilitados da Previdência Social ou com PPD`s.
As empresas que não cumprirem os percentuais de contratação declinados acima poderão sofrer sanções na esfera administrativa (multas).

Particularmente, considero esta lei uma grande vitória. Até que as pessoas (ou empresas, como queiram) se conscientizem de que as pessoas com necessidades especiais não são pessoas incapazes, a força de lei garante a eles uma chance, uma oportunidade no mercado de trabalho.

Quanto ao fato de se colocar no anúncio que as vagas são para “deficientes intelectuais” (este nome é usado pela OMS (Organização Mundial de saúde) para pessoas que comprovadamente possuem déficts cognitivos), também não vejo problema, pois, o que tem acontecido é que, a grande maioria tem contratado apenas pessoas com deficiências ( que não tem um dedo, que tem baixa visão, etc), deixando de lado as pessoas com algum tipo de incapacidade, que continuam sem trabalho e sem nenhuma chance de mostrar o quanto podem ser produtivas.

A Organização Mundial de Saúde (OMS) elaborou e publicou uma Classificação Internacional de Funcionalidade, Incapacidade e Saúde (CIF) editada em 2003. No anexo 4(p.267) há exemplificações de situações de :
Deficiência como: Perda ou anormalidade de estrutura ou função psicológica, fisiológica ou anatômica temporária ou permanente.
Incapacidade: Restrição resultante de uma deficiência da habilidade para desempenhar uma atividade considerada normal que surge como conseqüência direta ou resposta do indivíduo a uma deficiência.

A CIF, ao focalizar a saúde, dá exemplos de deficiências que não têm, como conseqüência, a limitação da capacidade ou do desempenho do sujeito. Uma pessoa que nasce sem uma unha, por exemplo, apresenta uma deficiência de estrutura que não interfere na função da mão ou nas atividades que pode realizar com ela.

Portanto, o que o anúncio faz ao destinar as vagas para o público alvo “deficientes intelectuais” é garantir que estas pessoas, com deficiência intelectual, que tem verdadeiramente algumas incapacidades, (e que ainda são alvo de muitos preconceitos!) tenham garantia de vagas de trabalho.
Quanto ao fato de se pedir currículo e dados familiares, também vejo com pertinência, por duas razões:

Primeiro, o fato de uma pessoa se deficiente, não significa que ela não tenha realizações ou escolarização a mostrar;

Segundo, é importante a família acompanhar as PPD`s junto à empresa. São os familiares que a ajudam a entender o comportamento do deficiente, suas reações e a melhor forma como devem ser tratados. São eles também que fiscalizam os direitos dos deficientes, assegurando-lhes que estão sendo remunerados adequadamente e que não estão sendo vítimas de preconceito, exploração ou intimidação.

Lembre-se de que estamos falando de deficientes mentais, que tem real limitação cognitiva, de entendimento e pouca habilidade para se defender. Portanto, pedir no currículo o nome dos pais, dados etc, não atrapalha em nada, só ajuda.

Atualmente tenho atuado não somente com consultoria, palestras e treinamentos no âmbito Educacional, e, embora timidamente, tenho atuado também no âmbito Empresarial.
È importante ministrar palestras aos empresários para que eles promovam, em suas empresas, encontros com o objetivo de disseminar, na mente de seus funcionários, novos paradigmas em relação à diversidade e à convivência social.

O principal desafio das empresas hoje, em relação a chegada das PPD`s é de ordem RELACIONAL.

Quem está na empresa não sabe se relacionar com as pessoas que chegam, pois ainda há o modelo de que as PPD`s são improdutivas, não vão aprender nada, não vão dar conta do trabalho... e as PPD`S que chegam, não sabem se relacionar no ambiente de trabalho, pois a maioria nunca trabalhou antes, não tem qualificação etc.

Como educadoras, nos resta fazer o seguinte:

Vamos continuar lutando pela inserção das pessoas com necessidades especiais nas escolas, pois, com escolaridade, com aprendizado, com ciência, com cultura, estaremos formando cidadãos capazes de assumir seu verdadeiro papel na sociedade.

Vamos ajudar as empresas a compreender este novo modelo de convivência: o da diversidade. È possível aceitar as diferenças, não só na escola, mas no mercado de trabalho também.
Para evoluir, não é preciso excluir.




[1] Vale ressaltar que não se usa mais falar que é uma pessoa é “Portadora” de deficiência, com algo que ela pode colocar debaixo do braço e carregar para onde quer que vá. A discussão existe, mas a lei ainda está escrita desta forma. 

terça-feira, 29 de abril de 2014

Encontro de gestores da Inspetoria São João Bosco

Aconteceu hoje o Encontro de gestores da Inspetoria São João Bosco. Diretores de escolas, Salesianos, diretores de obras e parte da equipe de liderança da Inspetoria participaram deste encontro.


Foi um momento de ouvir muitas coisas importantes e refletir sobre a necessidade de profissionalização constante, para que alcancemos a excelência.

O Professor Maurício, da Fundação Dom Cabral, com quem estou na foto ao lado, nos falou sobre a leitura de cenários, uma ferramenta que nos ajuda a estabelecer planejamentos estratégicos para o futuro.

Depois ouvimos a assessoria jurídica, que nos falou sobre o papel do preposto e como nos prepararmos diante de uma audiência.

Á tarde ouvimos a Aretusa Salviano, com quem estou na foto ao lado, profissional responsável pela implantação do sistema de gestão da qualidade nas escolas e obras da Inspetoria. Sua brilhante exposição nos fez perceber que a gestão da qualidade depende de cada um de nós e que o gestor é a alma do processo. Sem ele, sem sua atuação assertiva e motivadora, nada acontece.

Contamos também com a exposição da advogada Silvia, que nos falou sobre o processo de cobrança interna que começará a acontecer daqui pra frente.


Como assessora pedagógica, penso que é sempre muito bom encontrar com outros gestores, trocar experiências e fortalecer o nosso trabalho. Parabéns a toda a equipe pela participação!

segunda-feira, 28 de abril de 2014

Palestra em Governador Valadares

Estive, neste final de semana, na Igreja Batista Moriá, em Governador Valadares, para falar no encontro e casais que eles promoveram. O pastor Rimack e sua esposa Georgia, que estão comigo na foto ao lado, me receberam com o maior carinho e pudemos ter toda a liberdade para falar sobre as questões que julgássemos pertinentes.

Na noite de sábado, falamos sobre a família como um projeto de Deus para a humanidade e destacamos os papéis de cada um. A igreja estava bem cheia e foi um bom momento para fazermos algumas reflexões.

Minha exposição destacou o papel de cada um no lar, baseado na bíblia, no texto de efésio 5 e I Pedro 2. Vimos que a família espelha a relação de Deus conosco onde Jesus é comparado ao noivo e a igreja à noiva.
O papel do marido é amar sua esposa, assim como Cristo amou a igreja e a si mesmo se
entregou por ela. À esposa cabe submeter-se e respeitar o seu marido.  Aos filhos cabe a obediência e a honra. 

No domingo pela manhã falamos sobre o tema do meu livro:
"Afinal, quem manda nesta casa?" onde falo sobre os desafios de criar os filhos na pós modernidade. Falamos sobre os cuidados que devemos dispensar aos filhos e o investimento em quatro pilares essenciais para se ter uma vida harmoniosa:
É necessário dispensar:
Cuidados físicos - cuidar da alimentação, sono, exercícios físicos, higiene pessoal e sexualidade.
Cuidados intelectuais: investir em leitura, desenvolver hábitos de estudo, estar atento às atualidades e atividades culturais.
Cuidados sócio afetivos: estabelecer limites e regras, desenvolver a autoestima e praticar touques físicos.
Cuidados espirituais: Envolver-se em ações solidárias, cultivar a espiritualidade envolver-se em atividades de cuidado com o próximo.

Cuidar de tudo o que os filhos veem e recebem no dia a dia é papel dos pais.


Agradeço a Deus por me confiar este ministério com as famílias e à igreja pelo convite e pela confiança!

quinta-feira, 24 de abril de 2014

Encontro de bibliotecárias


Aconteceu ontem, na casa de Retiros das irmãs Sacramentinas, o Encontro de bibliotecárias da Inspetoria São João Bosco. Foi um

momento intenso, com muitas informações e muitas reflexões.
A biblioteca é a alma da escola, portanto devemos ter um olhar especial em relação às atividades que acontecem nela.

Primeiro tivemos um momento de informes, onde exploramos a descrição do cargo de  bibliotecária e suas atribuições. Falamos sobre a necessidade de investimento constante na renovação do acervo, para garantir  uma diversidade de obras aos nossos educandos.

Depois,  proferi uma palestra com a temática: " Biblioteca escolar: um espaço pedagógico". Conversamos
sobre a necessidade de fazer da biblioteca um espaço e aprendizagem e de conhecimentos. 
É preciso encantar os alunos! Propusemos algumas práticas a serem aplicadas. Para o segmento do Infantil e Fundamental I, trabalhamos com o poema " Desculpinha" da autora Maria Célia Bueno. Para o fundamental II e médio, trabalhamos com os sonetos da fidelidade de Vinícius de Morais, " Sete anos de pastor" de Camões e o texto bíblico de I corintios 13, onde o apóstolo Paulo fala sobre o amor. A ideia foi diferenciar o amor Ágape, Phileu e Eros e explorar estes conceitos com os alunos. Levei 16 Bíblias, com traduções e versões diferentes, para que fosse explorados estes atributos com os alunos.


Na parte da tarde, o Padre Hilário, com quem estou na foto ao lado, falou sobre o sistema informatizado da biblioteca, sobre a catalogação e respondeu a todas as dúvidas e perguntas. Foi ele quem catalogou e informatizou todo o acervo da Inspetoria! Ele entende tudo de biblioteca!


Distribuímos "mimos" a todos: trufas na entrada e balinhas de coração na saída!

O encontro foi maravilhoso e as avaliações sinalizam que atendeu às expectativas dos participantes. Ficamos muito felizes em receber a todos e desejamos que a biblioteca cumpra seu papel na escola.


segunda-feira, 21 de abril de 2014

Páscoa, educação e transformação

                                                                    Por Priscila Pereira Boy- Pedagoga- Mestre em Educação

A palavra Páscoa vem do hebraico “Pessach”, que significa “passagem”. Para os judeus, a Páscoa é a comemoração da libertação de seu povo da escravidão do Egito.
Já para os cristãos, a data simboliza a ressurreição de Jesus Cristo, três dias após a sua morte. Simboliza a vitória da vida, o ressurgimento da esperança, uma perspectiva de transformação.

A educação também pode ser transformadora. Em Cristo somos resgatados da morte e passamos à vida. Somos libertos das cadeias que nos prendem. A educação também é libertadora. Faz com tenhamos força, argumentos, subsídios para nos livramos de muitas formas de dominação. Quem tem acesso ao conhecimento, tem muito mais chance de escolhas. Pode discernir, definir, ir além. 

Tem força para aguentar as consequências das escolhas, assumir as responsabilidades, ver o outro, ver além.

Ser mais humano e mais humanizado. E tem mais ética, um olhar mais horizontal, quer o bem do outro porque sabe que todo mundo tem direito de um lugar ao sol.
A educação pode mudar a mente, a vida, os horizontes das pessoas. Com ela podemos sonhar, mas também temos condições de realizar. Educar é ter compromisso com a mudança do outro. Oferecer ferramentas, mostrar caminhos, abrir janelas, tirar da escuridão.

A Páscoa representa a esperança de uma vida nova. A educação de uma nova vida. Ambas sinalizam para a transformação.
Para transformar-se, o indivíduo precisa abrir-se para novas perspectivas e olhares. Precisa se auto analisar, precisa reverenciar o olhar alheio. Eu não sou do tipo de pessoa inflexível, mas sou de difícil convencimento. Tenho minhas convicções e estou presa a muitas delas. Mas, descobri que ouvir os outros pode trazer múltiplos benefícios. Ver o que eles tem a contribuir, a forma como veem a vida.

E, como sou uma pessoa de fé cristã, não posso deixar de citar a transformação que o encontro com o evangelho deve nos trazer. Muitas vezes travamos uma luta contra nossa natureza, contra aquilo que somos, contra nossos desejos que vão de encontro àquilo que realmente deveríamos fazer.
O evangelho nos permite vencer as coisas ruins, capacitando-nos a praticar a virtudes opostas a elas.

Assim, para vencer o orgulho, devemos viver a humildade.
Para vencer a ganância devemos partilhar nosso dinheiro com os outros.
Para vencer a impureza, cultivar a santidade.
Para vencer a ira, aprender a perdoar.
 Para vencer a inveja, aprender a se alegrar com as vitórias alheias. E por aí vai.

A Páscoa nos lembra que Jesus venceu a morte para nos trazer uma nova vida. A educação, por sua vez, nos conduz a uma vida nova.
Ambas nos levam a transformação!

Como educadora e cristã, agarro-me à educação par ajudar a transformar o mundo e ao evangelho, para transformar a mim mesma.

segunda-feira, 14 de abril de 2014

Artigo publicado na Revista Educação Infantil, Ed Minuando.

Já se encontra nas bancas de jornais de todo o país, a Edição nº 47, da Revista Educação Infantil, Editora Minuano, SP, que traz o artigo:

A relação entre a Família e a Escola, de minha autoria.

Pra quem trabalha ou gosta da Educação Infantil, esta revista é uma boa pedida!
Traz sempre bons projetos e sugestões.

domingo, 13 de abril de 2014

Palestra no Encontro de Casais da Rede de Casais, em BH

Estive, ontem à noite,  ministrando palestra no encontro de casais, promovido pela Rede de Casais, liderado por este lindo casal com quem estou na foto, Cláudia e Marcos. O tema: Casamento, desatendo nós e criando laços.
Desta vez o maridão foi comigo: é sempre muito bom ter a companhia dele!

Muitos casais presentes e foi um bom momento para fazermos algumas reflexões. Antes do início, foi feita
uma dinâmica, muito bem conduzida pelo casal que está na foto ao lado, apontando o nós que o casamento vai fazendo ao longo da convivência. 

Cada casal recebeu um pedaço de corda e à medida em eram proferidas algumas perguntas, eles deveriam dar um nó para cada SIM que respondessem. Depois todos foram convidados a desatar os nós da corda, transformando-a em laços. Foi um momento introdutório bem descontraído, que serviu para "quebrar o gelo" inicial.

Na palestra, primeiro conversamos sobre o que os maridos esperam das esposas e nos baseamos em pesquisas realizadas no Brasil e publicadas em artigos acadêmicos. Eles querem: Respeito, vida sexual ativa, admiração, ser prioridade.

Já as mulheres, segundo a pesquisa, querem fidelidade, ser amadas e desejadas, ajuda nos afazeres do lar, provisão compartilhada e companheirismo.
Destacamos também a diferença ente machismo e masculinidade. Vimos que  a masculinidade é um processo que vai sendo construído ao longo da vida e que ações de gentileza, companheirismo e afetividade não representam fraqueza ou ausência de masculinidade. Destacamos a importância do diálogo, do reconhecimento dos erros, do desvencilhar-se da mãe, para se dedicar à nova família. Falamos sobre as responsabilidades de provisão e exemplo paternal.

Minha exposição destacou o papel de cada um no lar, baseado na Bíblia, no texto de efésio 5 e I Pedro 2. Vimos que a família espelha a relação de Deus conosco onde Jesus é comparado ao noivo e a igreja à noiva.

O papel do marido é amar sua esposa, assim como Cristo amou a igreja e a si mesmo se entregou por ela. À esposa cabe submeter-se e respeitar o seu marido.  Aos filhos cabe a obediência e a honra. Se cada um se preocupar em fazer sua parte, o casamento não tem como dar errado!

Fui presenteada com um lindo porta retrato personalizado! Meu marido de terno e óculos não poderia ter ficado mais perfeito!

Trabalho da artista Pollyana Silvirino Faria, da Pollybiscuit. Se você quiser fazer encomendas, vá até a página dela no facebook: https://www.facebook.com/pollyanna.sivirinofaria?fref=ts

Agradeço o carinho com quem fui tratada e peço a Deus que abençoe todas as famílias!


quinta-feira, 10 de abril de 2014

Treinamento para auditora do Sistema de Gestão da Qualidade- ISO 19001

Participei, durante três dias, do treinamento de Interpretação dos requisitos da NBR ISO 9001 e Formação de auditores internos da Inspetoria São João Bosco.  O curso faz parte do processo de implantação do sistema de gestão da qualidade da Inspetoria São João Bosco. A responsável pela condução desta implantação é a Aretusa Salviano, com que estou na foto ao lado, junto com o instrutor do curso, Anderson Santana, auditor do BSI e consultor. Ele nos conduziu durante todo o tempo.

O curso é uma avalanche de informações! São muitos requisitos a serem estudados! Foi um momento único de um marco para a Inspetoria.


Eu me senti privilegiada por compor um seleto grupo de 20 pessoas que serão os auditores internos. Muita responsabilidade, pois uma auditoria deve ser muito bem feita e devemos ser bem profissionais ao auditar nossos colegas. O SGQ vai agregar muito valor à Inspetoria e colocá-la no lugar que ela merece..

Ao final fizemos prova ( há muito tempo não passo por isso!) e seremos classificados em Auditor líder, auditor e auditor treinee.

Sei que há muito trabalho pela frente, mas estou muito animada por fazer parte do processo de mudança e profissionalização da Inspetoria São João Bosco.
Agradeço a Deus pela oportunidade de fazer parte desta equipe!

quarta-feira, 2 de abril de 2014

Formação no Colégio Salesiano Dom Helvécio,em Ponte Nova

Ontem e hoje fizemos a formação continuada dos professores e equipe técnica do Colégio Dom Helvécio, em Ponte Nova.
Fomos recebidos pelo diretor Gilson Meireles, com quem estou na foto ao lado, que se mostrou muito alegre com a nossa vista.
 O delineamento do trabalho se deu da seguinte forma:
1-Primeiro fizemos um momento com a direção para alinharmos algumas questões referentes ao trabalho de gestão;
2-Depois seria um momento de formação com as supervisoras;
3-e a noite, o momento de formação dos professores, onde trabalharíamos o tem: "Avaliação escolar".

Nos reunimos com as supervisoras pedagógicas Ana Carolina e Lucinda ( estas lindas com quem estou na foto) para conversarmos sobre a rotina da supervisão pedagógica.
Falamos sobre como planejar o trabalho, como montar horário de atendimento aos professores, a melhor escala para recebimento de materiais a serem analisados, como avaliar e dar devolutiva dos instrumentos avaliativos, como organizar um arquivo de professores com seu histórico e orientações, dentre outras atribuições.

Á noite foi a hora de fazer a formação continuada dos professores. O tema abordado foi "Avaliação Escolar." A nossa fundamentação teórica foi em cima da tese de doutorado da educadora Kátia Smole, que nos
apresenta uma proposta de utilização de múltiplos instrumentos e descreve a a avaliação como um processo, um meio de definirmos
rumos da nossa proposta pedagógica. O grupo se mostrou muito receptivo e ávido por aprender. As avaliações chegaram a me emocionar: 100% dos professores me deram ótimo em TODOS os quesitos. Um alento ao coração, sinalizando que nosso objetivo foi alcançado.
Esta escola vai crescer muito este ano, pois todos estão dispostos a trabalhar muito e investir na educação.
Parabéns  a toda equipe!